TANZÂNIA

Tanzânia

INDICAÇÃO

O Tanzânia-1 é uma forrageira exigente em fósforo (P) e potássio (K), principalmente na fase de implantação. Por ser planta exigente em fertilidade, recomendamos o monitoramento da fertilidade através de análise, principalmente a aplicação de nitrogênio em cobertura para manutenção da produtividade forrageira.

Em área corrigida e adubada, tem mostrado boa aceitabilidade pelos bezerros, com ganhos de peso superiores aos obtidos na Brachiaria brizantha cv. Marandu. Os melhores resultados são obtidos em pastagem rotacionado, com 1 a 5 dias de pastejo e 25 a 30 dias de descanso, durante o período chuvoso e 45 a 50 dias no inverno. Em diversos experimentos a taxa de lotação ultrapassou a 4,0 U.A./ha. Pode ser utilizada por bovinos em fase de engorda e cria. Pode ser consumida por equinos e ovinos.

CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

Família
Poaceae
Gênero
Panicum
Espécie
maximum
Cultivar
Tanzânia-I
Nome Comum
Tanzânia
Propriedade dobra lotação após implantação do capim MG 12 Predão
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SEMENTES

Propriedade dobra lotação após implantação do capim MG 12 Predão

Sítio São José l MG13 Braúna Matsuda se mantém verde na seca
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SEMENTES

Sítio São José l MG13 Braúna Matsuda se mantém verde na seca

Conheça o novo cultivar Matsuda MG18 Áries II
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SEMENTES

Conheça o novo cultivar Matsuda MG18 Áries II

Conheça a segunda geração do cultivar Áries, o MG18 Áries II
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SEMENTES

Conheça a segunda geração do cultivar Áries, o MG18 Áries II

Origem: África / EMBRAPA -CNPGC

Nome comum: Tanzânia

Nome científico: Panicum maximum sinonímia: Megathyrsus maximus

Cultivar: Tanzânia-1 (ORSTOM T58; BRA 007218)

Recomendações de solo: Para solos de alta fertilidade

Forma de crescimento: Cespitosa

Altura: Até 1,6m

Utilização: Para pastejo direto, feno e silagem

Digestibilidade: Excelente

Palatabilidade: Excelente

Precipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuais

Tolerância à seca: Média

Tolerância ao frio: Média e alta

Teor de proteína na M.S.: 12 a 16% 

Profundidade de plantio: 0,5 a 1,0cm

Ciclo vegetativo: Perene

Produção de forragem: 20 a 26 t/ha/ano de matéria seca (M.S.) 

Consorciação: Todas as leguminosas

UTILIZAÇÃO E MANEJO


O Tanzânia-I é uma planta exigente em fósforo (P) e potássio (K), principalmente na fase de implantação. Por ser planta exigente em fertilidade, recomendamos o monitoramento da fertilidade através de análise, principalmente a aplicação de nitrogênio em cobertura para manutenção da produtividade forrageira.

        Em experimento de três anos de pastejo, ela foi superior aos cultivares Tobiatã e Colonião, tanto em ganho por animal quanto em ganho por área. O ganho diário por cabeça foi, em média, 720 g nas águas e 240 g na seca.




 Solo LVE - distrófico, fase cerradão e textura argilosa, com uma adubação mínima no estabelecimento com fósforo

     

        Em área corrigida e adubada, tem mostrado boa aceitabilidade pelos bezerros, com ganhos de peso superiores aos obtidos na Brachiaria brizantha cv. Marandu. Os melhores resultados são obtidos em pastagens rotacionados, com 1 a 5 dias de pastejo e 25 a 30 dias de descanso, durante o período chuvoso e 45 a 50 dias no inverno. Em diversos experimentos a taxa de lotação ultrapassou a 4,0 U.A.*/ha. Pode ser utilizada por bovinos em fase de engorda e cria. Pode ser consumida por eqüinos e ovinos.

* U.A. = 450kg de peso vivo


QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO


Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Panicum maximum abaixo e a fórmula:


FATOR  = kg/ha de sementes

  VC




As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.


        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou o administrador, pois são estas pessoas que conhecem melhor a região, para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada. Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 25%.


FATOR =  220  = 8,8 kg/ha de sementes de VC 25%

  VC          25

ORIGEM


Foi introduzido no Brasil pela EMBRAPA. Coletado em 1969 em Korogwe– Tanzânia (África) pelo ORSTOM (Institut Français de Recherche Scientifique pour le Developpement em Coopération). Foi avaliado além do Brasil, no México, Cuba e Colômbia.


CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS


É uma planta cespitosa de ciclo anual, com altura média de 1,3m, folha decumbente com largura média de 2,6cm. Lâminas e bainhas são glabras, sem cerosidade. Os colmos são levemente arroxeados. As inflorescências são do tipo panícula, com ramificações primárias longas, e secundárias longas apenas na base.

As espiguetas são arroxeadas, glabras e uniformemente distribuídas. O verticilo é glabro.


CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS


É uma espécie forrageira exigente em fertilidade do solo, apresenta colmos mais finos que facilitam o seu manejo. Características morfológicas:

É uma planta cespitosa de ciclo anual, com altura média de 1,3m, folha decumbente com largura média de 2,6cm. Lâminas e bainhas são glabras, sem cerosidade. Os colmos são levemente arroxeados. As inflorescências são do tipo panícula, com ramificações primárias longas, e secundárias longas apenas na base.

As espiguetas são arroxeadas, glabras e uniformemente distribuídas. O verticilo é glabro.