DECUMBENS

Decumbens

INDICAÇÃO

Esta espécie pode ser utilizada em pastejo direto pelos animais, servindo-se também para confecção de silagem e fenação. Bovinos em regime de engorda e cria, conseguem boa produtividade neste pasto.

Não recomendamos para equinos, ovinos e caprinos. Recomendamos que bezerros recém-desmamados também não sejam colocados para consumir esta pastagem, pois, dependendo da região poderá apresentar problemas de fotossensibilização, devido à ação do fungo Phytomices chartarum. Com um manejo adequado, evitando acúmulo de folhas mortas, através do aumento da intensidade de pastejo, podemos evitar ou diminuir a intensidade da doença.

Em bezerros desmamados, devido o estresse do desmame, associado à idade do animal, predispõem o aparecimento da fotossensibilização. Neste caso recomendamos a retirada dos animais da decumbens, colocando-os em áreas sombreadas de outras espécies forrageiras e o uso de dessensibilizantes auxilia na recuperação destes animais.

A decumbens como uma espécie susceptível às cigarrinhas não deve ser estabelecida em regiões com histórico deste inseto. 

CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

Família
Poaceae
Gênero
Brachiaria
Espécie
decumbens
Cultivar
Basilisk
Nome Comum
Decumbens
Propriedade dobra lotação após implantação do capim MG 12 Predão
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SEMENTES

Propriedade dobra lotação após implantação do capim MG 12 Predão

Sítio São José l MG13 Braúna Matsuda se mantém verde na seca
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SEMENTES

Sítio São José l MG13 Braúna Matsuda se mantém verde na seca

Conheça o novo cultivar Matsuda MG18 Áries II
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SEMENTES

Conheça o novo cultivar Matsuda MG18 Áries II

Conheça a segunda geração do cultivar Áries, o MG18 Áries II
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SEMENTES

Conheça a segunda geração do cultivar Áries, o MG18 Áries II

Origem: Grandes Lagos na Uganda / África

Nome comum: Decumbens, Braquiarinha

Nome científico: Brachiaria decumbens sinonímia: Urochloa decumbens

Cultivar: Basilisk (CIAT 606; IRI 822; BRA 001058)

Recomendações de solo: Para solos de baixa, média e alta fertilidade

Forma de crescimento: Touceira decumbente

Altura: De 0,6 a 1,0m

Utilização: Para pastejo direto ou fenação

Digestibilidade: Boa

Palatabilidade: Boa

Precipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuais

Tolerância à seca: Boa

Tolerância ao frio: Média

Teor de proteína na M.S.: 6 a 10%

Profundidade de plantio: 1 a 2 cm

Ciclo vegetativo: Perene

Produção de forragem: 8 a 12 t/ha/ano de matéria seca (M.S.)

Cigarrinha das pastagens: Susceptível

Consorciação: Todas as leguminosas

UTILIZAÇÃO E MANEJO


Esta espécie pode ser utilizada em pastejo direto pelos animais, servindo-se também para confecção de silagem e fenação. Bovinos em regime de engorda e cria, conseguem boa produtividade neste pasto. Não recomendamos para equinos, ovinos e caprinos.

Recomendamos que bezerros recém-desmamados também não sejam colocados para consumir esta pastagem, pois, dependendo da região poderá apresentar problemas de fotossensibilização, devido à ação do fungo Phytomices chartarum. Com um manejo adequado, evitando acúmulo de folhas mortas, através do aumento da intensidade de pastejo, podemos evitar ou diminuir a intensidade da doença.

Em bezerros desmamados, devido o estresse do desmame, associado à idade do animal, predispõem o aparecimento da fotossensibilização. Neste caso recomendamos a retirada dos animais da decumbens, colocando-os em áreas sombreadas de outras espécies forrageiras e o uso de dessensibilizantes auxilia na recuperação destes animais.

A decumbens como uma espécie susceptível às cigarrinhas não deve ser estabelecida em regiões com histórico deste inseto. 

QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO


Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:


FATOR  = kg/ha de sementes

   VC



As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.


Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada.


Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma plantadeira de cereais e sementes com VC de 32%.


FATOR = 280 = 8,75 kg/ha de sementes de VC 32%

   VC        32

ORIGEM


Esta é a cultivar de forrageira, do gênero Brachiaria mais conhecida e um dos mais utilizado em todo o mundo. Esta cultivar é originário de semente (CPI 1694) introduzida da Austrália, proveniente do Departamento de Agricultura de Uganda, em 1930. Em 1973 foi liberada comercialmente na Austrália.

Originário do platô dos Grandes Lagos em Uganda foi introduzido no Brasil pelo antigo IPEAN (Instituto de Pesquisa Agropecuária do Norte - atual EMBRAPA).


CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS


Gramínea de hábito decumbente, bastante enfolhada, formando denso relvado de até 100 cm de altura. Folhas muito pubescentes e inflorescência racemosas contendo racemos com fila dupla de sementes também pubescentes, ráquilas em zigue-zague e finas.

As plantas são robustas, geniculada em alguns nós inferiores e pouco radicante. Os rizomas apresentam-se na forma de pequenos nódulos e emitem grande quantidade de estolões, bem enraizados e com pontos de crescimento protegidos (rizomas e gemas axilares).


CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS


É uma planta forrageira adaptada aos solos arenosos, ácidos e até mesmo os de baixa fertilidade. Apresenta uma rápida rebrota após o pastejo. A decumbens é susceptível à cigarrinha-das-pastagens. Em regiões e áreas infestadas pelo fungo Phytomices chartarum pode provocar a requeima ou fotossensibilização pelo pastejo na decumbens, principalmente em animais mais jovens (bezerros).